Quando a liberdade se torna amor: escolhas que edificam

Foto de Johannes Plenio na Unsplash

Nem tudo o que posso fazer, faz bem — e amar o próximo é o filtro que orienta cada decisão no caminho do cristão.

Em 1Coríntios 10.23-33, Paulo fala sobre liberdade, amor e as escolhas que fazemos. Ele começa lembrando:

““Todas as coisas são lícitas”, mas nem todas convêm; “todas as coisas são lícitas”, mas nem todas edificam.” (1Coríntios 10.23 NAA)

A questão não é simplesmente poder ou não poder fazer algo. A pergunta certa é: isso convém? Isso edifica?

O cristão olha suas decisões pela lente da lei do amor de Cristo, que molda como vivemos e nos relacionamos.

Além disso, o limite do que fazemos não é superstição, mas a consciência do outro. Não vivemos presos à opinião alheia, mas também não queremos ser pedra de tropeço. Liberdade cristã não é agir sem pensar, mas agir com responsabilidade, sabendo que nossa vida influencia pessoas.

Por isso, nem tudo o que é permitido é proveitoso. Antes de agir, precisamos considerar: ajuda alguém espiritualmente? Pode escandalizar de verdade, e não apenas desagradar? Reflete o amor de Cristo?

Podemos até renunciar a direitos por amor ao próximo, mas sem nos tornarmos reféns de exigências humanas. O limite da renúncia está onde começa o risco real de escândalo, não onde começam as cobranças indevidas.

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