Descubra por que a Lei não salva, mas aponta para Cristo e como isso transforma nossa vida hoje.
Precisamos entender o papel da Lei no plano de Deus para não cairmos no erro do legalismo, achando que ela pode nos salvar. Paulo explica isso claramente em Gálatas 3.19–22:
“Logo, para que é a lei? Ela foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador. Ora, o mediador não é de um só, mas Deus é um só. Seria, então, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, então a justiça seria, de fato, procedente de lei. Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, a promessa fosse concedida aos que creem.” (Gálatas 3.19–22 NAA)
A Lei não foi dada para dar vida nem para justificar. Seu propósito é revelar o pecado e mostrar nossa verdadeira condição diante de Deus: mortos e separados Dele, caminhando para a condenação. A Lei teve um papel temporário: apontar para Cristo, nosso Redentor. Ela é pedagógica, não salvadora.
Não existe conflito entre Lei e graça. A promessa feita a Abraão é irrevogável e revela a graça de Deus. A Lei não salva, apenas condena e deixa claro que precisamos da graça. Por isso, tudo foi colocado sob o pecado para que a salvação seja somente pela fé em Cristo, não por obras.
Então, precisamos compreender a função da Lei para evitar o legalismo. Embora ela não salve, continua sendo um guia para uma vida santa e um instrumento para evangelização, mostrando ao mundo a realidade do pecado. Quando pecarmos, não devemos compensar com obras. Mas correr para Cristo, arrependidos e vivermos pela fé, dependendo da graça.
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