A lei condena; Cristo salva. Dependência do Espírito, não de desempenho.
Em Gálatas 3.10–12, Paulo mostra duas realidades, dois regimes de justiça diante de Deus: o da lei (obediência perfeita) e o da fé (confiança em Cristo). Um diz “faça e viva”; o outro “creia e viva”.
“Pois todos os que são das obras da lei estão debaixo de maldição, porque está escrito: “Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da Lei, para praticá-las.” E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque “o justo viverá pela fé”. Ora, a lei não procede de fé, mas “aquele que observar os seus preceitos por eles viverá”.” (Gálatas 3.10–12 NAA)
No regime da lei, a exigência é total: quebrar qualquer mandamento nos coloca sob maldição. Não basta “ser boa pessoa”; é preciso obedecer plenamente a toda a lei. Em contraste, quando cremos no que Cristo fez por nós e vivemos pela fé, Deus nos credita Sua justiça. Não é desempenho; é depender da graça.
Precisamos parar de medir nossa aceitação por disciplinas espirituais ou desempenho moral. Justificação não é performance. Quando falharmos, corramos para Cristo e aprendamos a viver em dependência do Espírito e da graça de Deus, para que nossas obras revelem, no mundo, o que Deus faz em nós.
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