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Salvação não se mede por costumes, mas pela graça em Cristo.
Não podemos confundir legalismo, tradições ou costumes denominacionais com requisitos de salvação — nem usar isso para definir quem é “crente de verdade”. O que devemos defender é o evangelho contido nas Escrituras, que manifesta o poder salvador de Deus. Foi assim que Paulo agiu ao defender a mensagem que pregava (Gálatas 2.1–5).
“Catorze anos depois, fui outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também Tito. Fui em obediência a uma revelação. E lhes apresentei o evangelho que prego entre os gentios — mas fiz isso em particular aos que pareciam de maior influência —, para não correr ou ter corrido em vão. Mas, nem mesmo Tito, que estava comigo, sendo grego, foi obrigado a submeter-se à circuncisão. E isto surgiu por causa dos falsos irmãos que se haviam infiltrado para espreitar a liberdade que temos em Cristo Jesus e nos reduzir à escravidão. A esses não nos submetemos por um instante sequer, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vocês.” (Gálatas 2.1–5 NAA)
Por isso, modo de vestir, dietas específicas, estilos musicais, usar ou não vinho, calendários de festas e qualquer regra que vá além das Escrituras não são condições para a nossa salvação.
Não negociamos os fundamentos: justificação pela fé, graça, cruz, ressurreição e novo nascimento.
Mas normas feitas para agradar pessoas não são o evangelho de Cristo nem requisito para a redenção. Podem existir; não podem virar condição.
O que aprendemos? O evangelho não é licença para libertinagem. Vivemos sob a lei do amor: quem ama não faz mal ao próximo. Ao mesmo tempo, não podemos impor regras e costumes humanos como condição de salvação. Respeitamos as diferenças, mas não as tornamos exigências.
Que fique claro: somos aceitos por Deus somente por meio de Cristo — pela fé e pela graça — não por obras. Fomos chamados à liberdade para viver pelo amor.
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