A Palavra nos chama ao arrependimento e à submissão da vontade do Pai.
Precisamos distinguir o desconhecimento sincero da recusa deliberada. Rejeitar a verdade para continuar na rebelião contra a vontade de Deus é outra coisa. Pedro é claro: muitas vezes é rebelião, não falta de informação (2 Pedro 3.5–9).
“Acontece que, de propósito, esquecem que os céus existem desde muito tempo, e que a terra surgiu da água e através da água pela palavra de Deus. Com base nesta palavra também o mundo daquele tempo foi destruído, afogado em água. Pela mesma palavra, os céus e a terra que agora existem têm sido guardados para o fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e da destruição dos ímpios. Mas há uma coisa, amados, que vocês não devem esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos são como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a julguem demorada. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.” (2Pedro 3.5–9 NAA)
Tudo se fundamenta na Palavra de Deus. Por isso, não podemos viver em rebelião; precisamos conhecer, compreender e crer. Assim, deixamos a rebeldia e nos sujeitamos à vontade do Pai. Ele é paciente e espera nosso arrependimento para nos conduzir ao Seu plano e propósito.
Não é uma fórmula matemática. Deus não está preso ao nosso relógio nem ao nosso tempo. Cabe a nós viver com fidelidade e compromisso com Sua Palavra e Seu Reino, vigiando e aguardando Sua vinda.
Que a Palavra seja o pano de fundo da nossa vida: conhecer, crer, renovar a esperança, buscar santificação e esperar pelo Senhor. Rejeitemos toda rebelião, para que a vontade do Pai se cumpra em nós e por meio de nós.
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