Ensinos de demônios

foto por: Sebastian Brito em Unsplash

Na primeira carta de Paulo a Timóteo, no capítulo quatro, do versículo um ao cinco, podemos observar algo muito importante:

Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado.” (1Timóteo 4.1–5 RA).

Quando falamos em ensinos do demônio, pensamos em adoração ao próprio diabo ou culto às potestades, mas não é disto que Paulo está falando, pois ensinos de demônios estão relacionados à maneira de pensar natural. Quando buscamos resultados rápidos, o nosso propósito é escravizar as pessoas e induzí-las a se manterem conosco por pressão e imposição pelo medo. Quando impomos restrições quanto a forma de viver, usando de recursos de aparências, quanto ao que vestir, comer, necessidade e obrigatoriedade de guardar dias, isto não tem nada a ver com o ensino da verdade e sim, ensino de homens, traduzindo assim, em atos, ensino de demônios. Somos responsáveis por ensinar a verdade e por conduzir as pessoas a andar nela, experimentando a liberdade oferecida por Cristo a todos.

Não podemos nos deixar e nem escravizar as pessoas usando de recursos e nem da maneira de pensar deste mundo, pois não traduz a doutrina de Cristo e nem os ensinos dos apóstolos, mas de pessoas que se afastaram da fé.

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