Precisamos entender a maturidade. Tanto no aspecto natural, como pessoas, quanto no aspecto espiritual para atendimento das necessidades do reino e ser um instrumetno de Deus.
Temos o conceito errado de maturidade. Assumimos que os anos de experiência, o que a pessoa fez, o conhecimento que tem, capacita-lhe para ser condiderada madura.
Precisamos entender que a verdadeira expressão de maturidade está nas atitudes, na forma de agir e como responde e compreende a necessidade dos outros.
No livro de Gênesis (43-44), temos um exemplo claro de atitude que denota maturidade. Quando vemos a vida de Juda anteriormente e sua atitude para com José e para com o seu pai Jaco, e sua atitude depois de muitos anos. Antes pensava e tomava as decisões baseado em suas necessidades e depois demonstrou uma atitude diferente, se preocupava com o Pai e a consequência de sua decisão para o seu pai.
A verdadeira expressão de maturidade está no fato de aprendermos a ver a necessidade dos outros, o ponto de vista dos outros e não o que achamos ou pensamos.
Podemos ter todo o conhecimento do mundo em termos de ciência, ou mesmo conhecer toda a bíblia, dominar todos os aspectos de tradução, estudar profundamento os aspectos teológico, dominar todo o conhecimento religioso. Podemos ter anos e anos de experiência; mas isto não é suficiente para que sejamos maduros segundo a vontade, o plano e o querer de Deus para as nossas vidas.
Podemos ser um ignorante quanto a ciência, dominar quase nada a bíblia, ter dificuldade de leitura e sermos maduros para atendimento do plano de Deus para as nossas vidas.
Conhecimento e vivência não faz ninguém maduro. A verdadeira maturidade é resultante do viver e expressar os dois mandamentos mais importantes que jesus comentou e que traduz tudo o que os profetas e a lei determina: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Quando somos capazes de enxergar além de nós mesmos, além de nossas necessidades, quando somos capazes de ver as necessidades dos outros, suas fraquezas, suas deficiências, quando somos capazes de ver que outros tem as mesmas necessidades que nós; então estamos iniciando no verdadeiro caminho da maturidade. Tanto como pessoa natural, quanto no aspecto espiritual.
Quando amadurecemos tomamos as decisões não no que seja bom só para nós, mas no que é bom para todos, somos capazes de abrir mão do que pensamos para que o outro seja edificado, para que o outro aprenda e cresça. Não existe expressão maior de maturidade quando paramos de pensar em nós e nas nossas necessidades e passamos e enxergar que o mundo tem mais pessoas que precisam do que precisamos e necessitam de ajuda.
Por exemplo a questão não é a nossa salvação, mas a salvação, a reconciliação do outro com Deus. A questão não é se prevalece a nossa opinião e o nosso ponto de vista, mas se preservamos a unidade do corpo, se buscamos a edificação do próximo.
Precisamos entender o propósito de nossas vidas como expressão de louvor e glorificação do nome de Deus. Não estamos aqui para buscar os nossos interesses, mas o crescimento para expressarmos os valores do reino, para exaltarmos e revelarmos a glória de Deus entre os homens. Quando estivermos nesta direção estamos no caminho para chegar onde Deus deseja que cheguemos.