“Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues;e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.” (Romanos 6:16-19)
“sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos;porquanto quem morreu está justificado do pecado.” (Romanos 6:6-7).
Toda e qualquer atitude egoísta nos afasta de Deus. Esta é uma verdade pura e simples que precisamos entender. Podemos ter aparência de religiosidade, de uma vida de bondade; mas a motivação que fazemos as obras determinam de fato a quem estamos servindo. Precisamos entender que onde houver a busca do interesse próprio, da projeção individual, do receber honra e destaque, existe os desejos do homem e o egoísmo manifesto. Onde existe a busca do interesse próprio não existe a vida de Deus.
Precisamos parar e refletir sobre a quem estamos servindo. Podemos achar e tentar nos justificar, afirmando que o que estamos fazendo é para Deus. Mas diante dos olhos do Pai, e diante de quem o Espírito nos mostra e revela os mais profundos desejos de nossa alma, precisamos sempre refletir nas motivações de nosso coraçaõ e razões que procuramos dar para nós mesmos. Se existe questionamento, existe razão para repensar e colocar diante do trono da graça. Não importa o que estamos fazendo e o quanto, mas sim, importa a motivação. Se estivermos com a motivação errada, devemos rever a atitude e o porque fazemos, para realizarmos segundo o coração de Deus.
Não podemos buscar a nossa honra, e nem a nossa glória perante os homens. Não podemos servir aos nossos interesses e nem aos desejos de nossa alma que anseia por reconhecimento e glória. Devemos, sim como servos da justiça, oferecer os nosso membros, o nosso corpo, a realizar as obras de justiça e tributar com tudo isso, a honra e a glória ao único e imortal, nosso Deus!
Devemos parar e refletir, não podemos permitir que as nossas vidas não sejam instrumentos de Deus e para Deus, para que ele receba toda a honra e toda a glória. Não podemos achar ou pensar que merecemos algo, de Deus, ou mesmo das pessoas, não estamos aqui por sermos merecedores de algo; mas sim, devemos fazer tudo como expressão de gratidão e para o louvor do nome do Senhor.
Sirvamos a Deus, somente a ele, coloquemos os nosso membros, como oferta, como um sacrifício de louvor, para a glória do Pai, para que ele receba toda a honra, todo o louvor e toda exaltação.