“Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade.” (Salmos 8:1, RA Strong). “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres? E o filho do homem, que o visites?” (Salmos 8:3-4, RA Strong). “Chegar-me-ei a vós outros para juízo; serei testemunha veloz contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o salário do jornaleiro, e oprimem a viúva e o órfão, e torcem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos. ” (Malaquias 3:5, RA Strong). “Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?” (Malaquias 3:7, RA Strong). “Vós dizeis: Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos? Ora, pois, nós reputamos por felizes os soberbos; também os que cometem impiedade prosperam, sim, eles tentam ao Senhor e escapam.” (Malaquias 3:14-15, RA Strong). “Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas; saireis e saltareis como bezerros soltos da estrebaria.” (Malaquias 4:2, RA Strong) .
O céus, a natureza, tudo a nossa voltam proclamam da glória e das virtudes de nosso Deus. Podemos não compreender como em toda a sua majestade, é capaz Deus de olhar para o homem, e se mover em favor do mesmo para que possa ser reconciliado com Ele e viver uma vida de comunhão e união. União com Ele e com a igreja. Mas como temos vivido? Temos andado em uma vida de religiosidade ou estamos de fato comprometidos com Deus e o seu reino? Não devemos olhar ou meditar no que pensamos ou falamos; mas sim, no que fazemos? Nossas atitudes de fato comprovam que estamos comprometidos com Ele?
Temos na maioria das vezes vivido de migalhas, migalhas que caem da mesa de nosso Senhor. Mas é isso que Ele tem para nós? Não, nunca foi, mas se escolhermos viver parcialmente, cheios de religiosidade e encarando o reino de Deus como um adendo a nossa vida, onde devemos divividir as prioridades pessoais com as prioridades de Deus; então temos vivido de fato de migalhas e sido meros religiosos e prosélitos. O Senhor tem para a nossa vida novos valores, novos desafios, uma nova realidade que confronta e questiona os valores e pensamento deste mundo. Se desejamos viver intesamente o reino de Deus, seremos em todo o tempo questionados, instigados a confrontar os valores do reino com os princípios e fundamentos deste mundo que norteiam a natureza humana.
Voltar para o Senhor é antes de mais nada morrer para nós, rejeitarmos todo o pensamento, ensinamento e prática que existem no mundo. Mundo que não mais vivemos. O outro fator importante que precisamos considerar neste propósito é o correr em direção ao Senhor, ao seu exemplo de vida, abnegação e graça revelada para com todas as pessoas. Temos também, que viver intensamente o reino de Deus e nos lembrar em todo o tempo que o reino é a nossa prioridade. O alargar de suas tendas, o conquistar novos corações para o Senhor e ensinar a cada um a ser útil e a viver segundo o que está no coração do Pai deve ser o objetivo. Voltar para o Senhor é mais que ir todos os domingos no culto de celebração, é mais que ir em uma célula de reunião durante a semana; mas sim, viver intensamente o que está no coração de Deus. O olhar os órfãos, as viúvas, o socorrer os necessitados, o ajudar quem precisa. Precisamos entender que viver o reino, é viver em favor de outras vidas, e não buscando o nosso próprio interesse.