Unidade na mensagem, diversidade na missão. Compromisso prático: lembrar dos pobres.
O evangelho se revela na imparcialidade de Deus, na unidade do único evangelho e na diversidade legítima de chamados. Um selo prático disso é nos lembrarmos dos pobres, como Paulo afirma ao defender o evangelho que anunciava (Gálatas 2.6–10).
“E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa — o que eles foram, no passado, não me interessa; Deus não aceita a aparência do homem —, esses, digo, que pareciam ser de maior influência, nada me acrescentaram. Pelo contrário, quando viram que me havia sido confiado o evangelho da incircuncisão, assim como a Pedro foi confiado o evangelho da circuncisão — pois aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão também operou eficazmente em mim para com os gentios — e, quando reconheceram a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, que eram reputados colunas, estenderam a mim e a Barnabé a mão direita da comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios e eles fossem para a circuncisão. Somente recomendaram que nos lembrássemos dos pobres, o que também me esforcei por fazer.” (Gálatas 2.6–10 NAA)
Não é mais de um evangelho, mas um único evangelho, anunciado às pessoas com respeito às diferenças culturais e aos valores, sem transgredir o fundamento da fé. Não há competição nem concorrência e sim comunhão e respeito nas diferenças. E há um ponto essencial: cuidar dos pobres, porque é por meio da compaixão que revelamos o amor e o cuidado de Deus entre nós.
É fundamental entender que não podemos nos deixar escravizar pelo legalismo religioso; certas práticas podem até ser adotadas, mas não são condição para a nossa salvação. A liberdade que temos não nos dá licença para fazer o que queremos; ela nos chama à santidade e a sermos guiados pela lei do amor. Devemos respeitar os líderes, mas não nos submeter cegamente: tudo precisa ser julgado à luz das Escrituras.
Ouça a mensagem no agregador de PODCAST de tua preferência:
CASTBOX, SPOTFY, DEEZER ou YOUTUBE
Busque por: “caminhar na graça”