Mortos para o pecado, vivos para Deus, unidos à obra de Jesus
Na carta aos Romanos 6.5–11, Paulo aprofunda o entendimento sobre nossa união com Cristo. A vida cristã não nasce do esforço para nos tornarmos algo, mas flui de quem já somos em Cristo. Como afirma o versículo 11, estamos unidos a Ele em Sua morte e ressurreição.
“Assim também vocês considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.” (Romanos 6.11 NAA)
A velha natureza, simbolizada por Adão e dominada pelo pecado, foi crucificada com Cristo. Isso não significa que o pecado foi eliminado, mas que seu senhorio foi definitivamente quebrado. O pecado ainda existe, mas não reina mais. Fomos libertos da culpa e do domínio do pecado — não alcançamos perfeição moral, mas recebemos uma nova condição diante de Deus. Morremos para o pecado para vivermos para Deus, pois já não estamos sob seu domínio.
Quando Paulo diz que devemos nos “considerar mortos para o pecado”, ele nos chama a crer e viver essa verdade de forma consciente no dia a dia, e não apenas conhecê-la intelectualmente.
Vivemos a partir de uma nova identidade definida por Deus, pois somos novas criaturas em Cristo. A luta contra o pecado é real, mas acontece a partir da vitória já conquistada por Cristo, não na tentativa de alcançá-la. Não estamos mais debaixo do domínio do pecado. Por isso, diariamente, somos chamados a rejeitar práticas, pensamentos e hábitos da velha natureza e a exercer uma fé ativa, vivendo a nova vida em Cristo.
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