foto por: lionel abrial em Unsplash
Aprenda a agir com humildade e amor, restaurando vidas sem condenação e fortalecendo a família da fé.
Quem anda no Espírito e entende a vontade de Deus deve agir com brandura diante dos que tropeçam, buscando restaurar, não humilhar. É isso que Paulo ensina em Gálatas 6.1-5:
“Irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, vocês, que são espirituais, restaurem essa pessoa com espírito de brandura. E que cada um tenha cuidado para que não seja também tentado. Levem as cargas uns dos outros e, assim, estarão cumprindo a lei de Cristo. Porque, se alguém julga ser alguma coisa, não sendo nada, engana a si mesmo. Mas que cada um examine o que está fazendo e, então, terá motivo de gloriar-se unicamente em si e não em outro. Porque cada um levará o seu próprio fardo.” (Gálatas 6.1–5 NAA)
A igreja vive sob a graça de Deus. Por isso, nosso objetivo é conduzir pessoas à restauração, revelando graça, não condenação. Para isso, precisamos agir com humildade — dependência total de Deus. Onde há orgulho, há queda. Devemos carregar as cargas uns dos outros com amor sacrificial, ajudando e cuidando. A lei é referência moral, mas nosso padrão é Cristo.
Examinemo-nos sempre. Prestemos contas a Deus. Nosso foco é fidelidade e compromisso com o Criador.
Oremos diariamente. Chequemos nosso coração. Avaliemos as motivações. Diante do pecado do irmão, devemos conversar em particular com brandura. Se não houver arrependimento, envolvamos testemunhas. Em todo processo, proteja a pessoa e a igreja, visando cura e restauração.
A família da fé deve ser lugar de ajuste e acolhimento, não de fofoca, maldade ou hipocrisia. Devemos falar a verdade em amor, sem dureza. Peçamos ajuda quando necessário. Sejamos fiéis e comprometidos com o Pai e Sua vontade.
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