Como Hebreus 5 revela a superioridade do sacerdócio de Jesus e desmonta qualquer tentativa de autojustificação.
Ao olhar para Hebreus 5.1–6, entendemos que Cristo assume o papel de Sacerdote exatamente como Deus determinou. Os versículos 5 e 6 deixam isso claro:
“Assim, também Cristo não glorificou a si mesmo para se tornar sumo sacerdote, mas quem o glorificou foi aquele que lhe disse: “Você é meu Filho, hoje eu gerei você.” E em outro lugar também diz: “Você é sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.”” (Hebreus 5.5–6 NAA)
Cristo cumpre — e supera — tudo o que o antigo sacerdócio apenas apontava. Ele não se autodeclarou sacerdote; foi o Pai quem o designou. E, como Filho eterno, Ele ocupa uma posição única no plano de Deus.
Seu sacerdócio é superior: é eterno, não depende de genealogia, une realeza e sacerdócio e, diferente dos sacerdotes humanos, Ele é totalmente sem pecado.
Jesus não precisa oferecer sacrifícios por si mesmo. Ele se oferece como sacrifício perfeito, o Cordeiro de Deus. Por isso, Sua obra é completa, definitiva e totalmente suficiente.
Diante dessa verdade, podemos confiar plenamente na mediação de Cristo. Ele entende nossas fraquezas, mas é perfeito. Isso nos chama a rejeitar toda forma de autojustificação. Nada do que fazemos pode gerar mérito diante de Deus. Assim como Cristo não buscou Sua própria glória, nós também somos chamados a reconhecer que vocação, autoridade e graça vêm somente de Deus.
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