Todo olho O verá

foto por: SimoneVomFeld por Pixabay 

O dia em que ninguém poderá ignorar Jesus e toda a humanidade estará diante do Rei que governa a história.

Em Apocalipse 1.7-8, João destaca a volta gloriosa de Cristo e a soberania absoluta de Deus. O Senhor é eterno, sempre existiu; é imutável, nunca muda; e governa todas as coisas, incluindo o cumprimento da promessa de Sua volta (v.7).

“Eis que ele vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão por causa dele. Certamente. Amém!” (Apocalipse 1.7 NAA)

A volta de Cristo não será simbólica, secreta ou apenas espiritual. Será um acontecimento real, visível e público, impossível de ser ignorado ou negado. Todos O verão e estarão diante Dele para prestar contas. Esse evento marcará o fim da história como a conhecemos e até aqueles que participaram de Sua rejeição reconhecerão quem Ele verdadeiramente é.

O lamento mencionado no texto não descreve um arrependimento que conduz à salvação, mas o reconhecimento tardio de que Jesus é Senhor. Será um momento de profunda tristeza para aqueles que rejeitaram Aquele que veio para salvar. Por isso, o tempo de se arrepender é agora, durante o período da graça, e não após Sua volta. A declaração de Deus reforça essa verdade: Ele é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, Aquele que é, que era e que há de vir.

Essa passagem nos lembra que a história tem um propósito definido por Deus e um fim determinado por Ele. Cristo voltará para consumar Seu Reino. Por isso, não devemos viver apenas para as coisas passageiras desta vida. A certeza de Sua volta deve produzir vigilância, fidelidade, perseverança e compromisso com a santidade. Mesmo quando tudo parecer fora de controle, podemos confiar, porque Deus continua governando a história e cumprirá fielmente tudo o que prometeu.

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