Mais que perdoado

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O que significa, na prática, ter acesso a Deus e viver como parte do Seu Reino.

Em Apocalipse 1.4-6, João escreve às igrejas da Ásia Menor. Embora fossem igrejas reais do primeiro século, elas enfrentavam desafios semelhantes aos que os cristãos vivem hoje. Logo no início, o texto mostra que a salvação e a vida do povo de Deus têm sua origem no próprio Deus e revela a identidade daqueles que pertencem a Cristo.

“…Àquele que nos ama e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio para todo o sempre. Amém!” (Apocalipse 1.5-6 NAA)

João apresenta Jesus como a Fiel Testemunha, aquele que revelou perfeitamente a vontade do Pai e permaneceu obediente até a morte. Ele também é o Primogênito dos mortos, não porque foi o primeiro a ressuscitar, mas porque tem autoridade sobre a ressurreição e garante a vida eterna aos que lhe pertencem.

O texto destaca ainda o amor contínuo de Cristo. Por esse amor, Ele derramou Seu sangue na cruz para nos libertar dos pecados, levando nossa culpa e pagando integralmente a dívida que jamais poderíamos quitar. Essa libertação não é resultado do esforço humano, mas da graça de Deus.

Além disso, Cristo nos constituiu reino e sacerdotes. Todos os que creem Nele têm livre acesso a Deus e foram chamados para representá-Lo neste mundo. Por isso, nossas vidas devem refletir Sua vontade e glorificar Seu nome.

Essa passagem nos ensina a confiar plenamente na salvação provida por Deus. Cristo é fiel, Sua Palavra permanece verdadeira e Seu governo está acima de todas as coisas. Por isso, enfrentamos as incertezas com esperança, sabendo que a morte não tem a palavra final e que pertencemos inteiramente a Ele e que somos para a Sua glória.

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