Sofrimento não é o fim da história

A esperança cristã que nos sustenta hoje e aponta para a glória futura

Em Romanos 8.18–25, aprendemos que o sofrimento presente do filho de Deus — e da própria criação — não é o fim da história. Ele faz parte da realidade atual de um mundo caído, mas não define nosso destino. Por isso, somos chamados a caminhar com perseverança, aguardando a restauração futura que é certa, garantida pelo próprio Deus. Como afirma o versículo 18, temos plena segurança na glória que ainda será revelada.

“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.” (Romanos 8.18 NAA)

O sofrimento, as lutas e as dificuldades são reais e presentes, mas são temporários. Eles não se comparam à glória futura prometida pelo Senhor. Assim como nós aguardamos a redenção final, toda a criação também será restaurada, pois a obra redentora de Deus alcança toda a realidade que Ele criou. Essa redenção será plenamente manifestada na revelação dos filhos de Deus. Por isso, esperamos com paciência o tempo perfeito, quando o Senhor cumprirá completamente a Sua vontade. Nossa salvação é marcada por uma esperança firme, que não se apoia no que vemos, mas na promessa segura de Deus.

Diante disso, somos chamados a viver o tempo presente sem desespero e sem desânimo. Perseveramos sustentados por uma esperança objetiva, revelada em Cristo e fundamentada nas promessas do evangelho, não nas circunstâncias visíveis. Assim, obedecemos e nos submetemos à vontade do Pai por gratidão à Sua obra redentora, que nos chamou para o Seu reino e glória. Mantemos os olhos firmes na glória futura, esperando com paciência, mesmo sem ainda enxergar o pleno cumprimento da nossa salvação.

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