Quando a fé encontra a preguiça: o alerta de Paulo à Igreja

Imagem de Mahesh Patel por Pixabay

Porque o cristão não pode viver na ociosidade e como o trabalho revela nossa fidelidade ao evangelho.

Observando o ensino de Paulo aos tessalonicenses, na segunda carta, capítulo 3, dos versículos 6 a 12, o versículo 10 chama atenção ao tratar de desobediência, ociosidade e falta de disposição para o trabalho.

“Porque, quando ainda estávamos com vocês, ordenamos isto: “Se alguém não quer trabalhar, também não coma.”” (2Tessalonicenses 3.10 NAA)

Paulo fala com autoridade e deixa claro que a igreja não pode aceitar comportamentos que rejeitam o ensino bíblico. Alguns irmãos haviam parado de trabalhar porque achavam que Jesus voltaria a qualquer momento. Mas isso não foi o que Paulo ensinou. Essa ociosidade voluntária levava pessoas a viver às custas dos outros, quebrando o princípio cristão da mordomia — servir, repartir com justiça e assumir responsabilidade pela própria família. Além disso, abusava da comunhão da igreja.

Por isso a instrução é firme: “não quer trabalhar, também não coma”. A ociosidade gera conflitos, desvia o foco do propósito de Deus para nossa vida e nos afasta das bases da fé cristã.

Não podemos ser ociosos nem depender dos outros por comodismo. Nosso testemunho inclui o zelo com que fazemos todas as coisas. Devemos revelar compromisso uns com os outros, praticar a justiça, repartir com quem realmente precisa — e não sustentar a preguiça. Quando fazemos isso, alimentamos o pecado, desperdiçamos recursos e prejudicamos a saúde da igreja.

Assim como Paulo, somos chamados a dar exemplo. Trabalhar, viver em paz e suprir o próprio sustento faz parte da verdadeira piedade cristã.

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