A certeza do juízo final que nos ensina a perseverar com fé, paciência e confiança na soberania de Cristo.
Podemos perceber nas palavras de Paulo que a justiça de Deus não é acaso nem reação emocional. Ela é expressão da santidade e da retidão do próprio Deus. Ele retribui a cada um segundo as suas obras: dá alívio aos que sofrem por causa do evangelho e traz aflição aos que afligem o Seu povo. É isso que Paulo afirma em 2 Tessalonicenses 1.6–10.
“Pois, de fato, é justo para com Deus que ele retribua com tribulação aos que causam tribulação a vocês e que dê a vocês, que estão sendo atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder, quando ele vier, naquele Dia, para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram. Isto inclui vocês, que creram em nosso testemunho.” (2Tessalonicenses 1.6–10, NAA)
O nosso problema é quando isso vai acontecer. Na nossa imaturidade, queremos que a justiça de Deus se manifeste agora, rápido, do nosso jeito. Mas essa não é a promessa. A justiça final virá quando o Senhor voltar. Até lá, nossa tarefa é perseverar com esperança, revelando quem Deus é neste mundo e andando de modo digno do evangelho.
A justiça que Paulo descreve não segue o pensamento natural humano. Ela é ação santa e justa de Deus contra toda impiedade, revelando Sua soberania e Sua competência perfeita em julgar. A justiça divina expõe o caráter santo de Deus diante de quem rejeita o evangelho e despreza Sua graça.
Por isso, confiamos que a justiça de Deus prevalecerá. Não cabe à igreja buscar vingança. A nossa vida deve ser marcada por paciência, perdão e descanso nas promessas do Senhor. Devemos honrar e temer o evangelho de Cristo, vivendo com seriedade de fé e compromisso com a missão. Estamos aqui para exaltar Jesus — e sabemos que faremos parte da grande revelação da Sua glória no dia em que Ele voltar.
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