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Porque amar não é sentimento, mas evidência da obra de Deus em nós
O amor nunca é demais. E ele não é uma imposição moral nem apenas um sentimento momentâneo. O amor é fruto da obra regeneradora de Deus em nós. Ao nos criar, pelo novo nascimento à imagem de Cristo, Ele nos concedeu a Sua natureza. Por isso, Paulo exorta a igreja ao amor, como lemos em sua primeira carta aos Tessalonicenses (1Ts 4.9–10).
“Quanto ao amor fraternal, não há necessidade de que eu lhes escreva, porque vocês mesmos foram instruídos por Deus a amar uns aos outros. E, na verdade, vocês já estão fazendo isso em relação a todos os irmãos em toda a Macedônia. Porém, irmãos, exortamos vocês a que progridam cada vez mais” (1Tessalonicenses 4.9–10 NAA)
Amar é uma evidência da obra redentora e do agir do Espírito Santo em nossas vidas. É o Espírito quem nos conduz no caminho da santificação, levando-nos a abandonar a maldade humana para viver relacionamentos moldados pelo amor de Deus. Ele nos ensina e nos guia nesse processo, porque a marca de um filho de Deus se revela no amor. Esse amor é dom supremo, que manifesta quem Deus é ao mundo. Por isso, somos chamados a crescer continuamente nessa jornada.
Amar como Cristo, envolve compromisso e fidelidade à vontade de Deus. Esse amor nos conduz à paciência, ao perdão e ao serviço, especialmente em favor da família da fé — inclusive daqueles que são mais difíceis. O amor segundo Deus não nos afasta da comunhão; pelo contrário, nos chama a ser oferta em favor do outro. Assim, somos chamados a falar com graça, suportar as fraquezas alheias e buscar a edificação mútua. Nunca chegamos ao ponto de amar o suficiente. Esse amor não se confunde com o individualismo moderno, pois viver segundo Cristo exige comunhão, entrega e uma vida colocada a serviço do próximo.
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