Lembrar do Senhor

Os filhos de Israel não se lembraram do Senhor, seu Deus, que os livrara do poder de todos os seus inimigos ao redor; nem usaram de benevolência com a casa de Jerubaal, a saber, Gideão, segundo todo o bem que ele fizera a Israel.” (Juízes 8:34-35, RA Strong)

 Quando nos levantamos, qual o primeiro pensamento que vem a nossa mente? “Graças ao bom Deus por mais este dia, que me deu vida, força e disposição para enfrentá-lo com graça e com o testemunho vivo”; ou “novamente mais um dia! Lamentavelmente tenho que levantar!! Tenho que trabalhar e enfretar todas as pessoa que destesto? E que não consigo relacionar e aceitar?”.

Quando temos que fazer uma coisa, uma atividade, buscamos as técnicas e métodos que conhecemos, ou antes de mais nada, nos colocamos diante do Criador e pedimos por sabedoria, discernimento e pela opção que glorifique o seu nome? Pedimos por sabedoria nas decisões para que o seu nome seja louvado? Pensamos em o quanto seremos louvados? Ou pensamos no desejo de ver o nome do Senhor louvado?

Em cada luta, em cada oportunidade que nos aparece no dia a dia, lembramos da misericórida de Deus, sua graça e bondade, e o quanto nos susteve, ou esquecemos de todos os feitos, de tudo que concedeu, e olhamos somente o presente com olhos céticos de quem não conhece o poder do Deus vivo e cheios de ansiedade?

Temos transmitido aos nossos filhos os ensinamentos, a vida de Deus, a sua graça e misericórdia ou temos sido incapazes de transmitir a vida de Deus e os seus ensinamentos para que eles continuem no caminho do Senhor e vivam segundo a Sua muita misericórdia?

Diante de cada opção, de cada momento de nossas vidas que temos tido, precisamos refletir sobre as nossas decisões e ações que temos tomado, ver as opções que temos escolhido, e avaliarmos a luz do que somos diante de Deus. Temos agido como filhos? Temos agido como quem conhece a Deus? Ou temos agido segundo o pensamento do mundo? Temos feito as mesmas escolhas que todos fazem?

Não estamos aqui discutindo perfeição, não estamos discutindo o resultado; mas sim, como temos caminhado no processo de aperfeiçoamento, de santificação para o glorificar e o manifestar da vida de Deus em nós e através de nós, como instrumentos de Deus.

Temos crescido, amadurecido como filhos de Deus, como homens espirituais, ou temos permanecido com as mesmas atitudes que tínhamos antes? Qual a velocidade do nosso amadurecimento e conhecimento do Senhor? Temos buscado de todo o coração, com toda intesidade, com todo o desejo, o conhecer e compreender a vontade de Deus para os seus filhos?

Quando Paulo fala que devemos oferecer os nossos corpos como sacrifício vivo, e que devemos transformar-nos pela renovação da nossa mente para experimentarmos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus, é sobre isso que ele está falando. Precisamos, em todo o tempo, lembrar quem somos, lembrar de nosso Deus, e tomar as decisões, não baseado  no pensamento humano, na vontade de nossa mente e inteligência; mas unicamente, na dependência do Senhor, reconhecendo que somos instrumentos, vasos para a sua honra, e para revelar a sua glória neste mundo. Como filhos não temos outra razão de viver e andar neste mundo que não seja o de glorificar o nome do Senhor.

Um pensamento sobre “Lembrar do Senhor

  1. Avatar de krikath crisplath disse:

    “Como filhos não temos outra razão de viver e andar neste mundo que não seja o de glorificar o nome do Senhor.” Amém! 🙂

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