Oferecer voluntariamente

Tomai, do que tendes, uma oferta para o Senhor; cada um, de coração disposto, voluntariamente a trará por oferta ao Senhor: ouro, prata, bronze,” (Êxodo 35:5, BEARA) . “Então, toda a congregação dos filhos de Israel saiu da presença de Moisés, e veio todo homem cujo coração o moveu e cujo espírito o impeliu e trouxe a oferta ao Senhor para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes sagradas.” (Êxodo 35:20-21, BEARA). “Os filhos de Israel trouxeram oferta voluntária ao Senhor, a saber, todo homem e mulher cujo coração os dispôs para trazerem uma oferta para toda a obra que o Senhor tinha ordenado se fizesse por intermédio de Moisés. ” (Êxodo 35:29, BEARA). “e disseram a Moisés: O povo traz muito mais do que é necessário para o serviço da obra que o Senhor ordenou se fizesse. Então, ordenou Moisés — e a ordem foi proclamada no arraial, dizendo: Nenhum homem ou mulher faça mais obra alguma para a oferta do santuário. Assim, o povo foi proibido de trazer mais.” (Êxodo 36:5-6, BEARA).

Se formos discutir o que mais agrada a Deus, no que ele tem mais prazer, poderíamos resumir, tudo e qualquer coisa que façamos ou disponibilizamos para o reino de forma voluntária, alegre. Isto é o que Deus espera de nós. Nada que seja forçado, nada obrigado, nada que seja exigido e que possa ser feito, sem a alegria, sem a voluntariedade é agradável a Deus. Isto desde Caim e Abel. Por que agradou Deus e um e não de outro?

Se fazemos as coisas como por obrigação, ou porque carrega em nosso coração uma moeda de troca; então não compreendemos o princípio e a natureza de nosso Deus que ele tanto deseja que compartilhemos. Nada que eu faça por constrangimento, nada que faça por obrigação, ou mesmo, com o intuíto de receber um retorno, tem prazer em nosso Deus.

Voluntariedade está no fato de fazermos as coisas, por alegria, por prazer, sem importar com o retorno, sem importar com o que será feito e como será feito. Fomos movidos a fazer, devemos fazer. Não podemos julgar as motivações e razões dos outros, somente as  nossas. Quando fazemos as coisas, quando doamos dos recursos que estão em nossas mãos para adminsitrar, quando doamos do nosso tempo, devemos fazer isso com alegria, voluntariamente e sem qualquer constrangimento, ou expectativa quanto a retorno.

Olhar portanto; o nosso coração é muito importante e principalmente, aprender a julgar a nós, não os outros. Damos ofertas, dízimos por causa de um fundamento, como expressão de gratidão ao que Deus fez e faz em nossas vidas. Não dar por que não sabemos os que as pessoas fazem com estas ofertas e dízimos, não é uma questão para nós; mas para quem administra. Se quem administra faz mal uso, então, caberá ao adminsitrador deste recurso prestar conta diante de Deus. Se não ofertamos, se não agraciamos a obra com nossas ofertas e dízimos, então, a questão é o nosso coração, não o que os outros estão fazendo.

Compreendemos o que seja uma oferta voluntária? Quiçá tenhamos um coração como foi o povo de Israel no deserto! Ao ponto dos adminsitradores dos recursos pedirem para parar. Quiçá todos adminsitradores tenham sabedoria para gerir os recursos que são colocado em suas mãos, lembrando cada um que irá prestar conta a Deus.