“o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,” (Gálatas 1:4, RA Strong). “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro),” (Gálatas 3:13, RA Strong). “Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem. ” (Gálatas 3:22, RA Strong).
“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.” (Gálatas 5:1, RA Strong). “Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna.” (Gálatas 6:8, RA Strong).
Este é o ponto fundamental em nossas vidas, no nosso viver diário: o que temos adubado? A carne e nossos sentimentos conforme a natureza humana, ou temos adubado, alimentado a natureza divina, fazendo com que a vida de Deus se revelem em nós e através de nós?
Fomos libertos do poder do pecado, este foi o motivo da morte de Jesus, nos libertar, pelo novo nascimento, do domínio do pecado, do poder escravizante que é viver sob o jugo do pecado. Ele nos libertou para andarmos em novidade de vida. Mas, temos feito a natureza humana morrer? Temos mortificado as obras da carne em nossas vidas? Entendemos o que seja obra da carne? Se não temos entendimento ou desvirtuamos as coisas, então não cumprimos o fundamento básico de nossas vidas em Cristo: fazer morrer a natureza humana para que a natureza de Deus, a vida eterna de Deus que nos foi concedida se revele, cada vez mais, a medida que avançamos no processo de santificação de nossos atos.
Quando cedemos as tentações da carne, quando concedemos que atitudes contrária a natureza de Deus se revele em nós e através de nós, então, estamos dando a libertade a carne para agir e quando fazemos assim, em nossos atos, declaramos que a obra do Senhor não foi capaz de nos libertar do poder do pecado.
Precisamos entender que somos e fomos feitos livres, não para andar segundo as paixões humanas, os nossos desejos; porque o poder de Deus nos libertou, nos curou. E além de nos libertar, foi nos concedido tudo que precisamos para viver segundo a vontade daquele que nos chamou.
Por isso, qualquer tipo de egoísmo, orgulho, inveja, maledicência, má vontade, preguiça, acepção de pessoas, despreso pelas pelas pessoas, atitude de superioridade, arrogância, hipocrisia não podem fazer parte de nossas vidas. Qualquer atitude que nos beneficie em detrimento dos outros, nada, mas nada pode fazer parte da nossa vida que temos em Cristo.
Devemos alimentar, devemos deixar fluir a vida de Deus e fazer morrer a natureza humana. Quando fazemos morrer a natureza humana e deixamos a vida de Deus fluir, então, entraremos em um processo cíclico de amadurecmento e crescimento, onde provações e dificuldades, nos levarão a uma maior confiança em Deus, a um processo de maior dependência e mudança de atitude, renovando, inclusive a forma de pensar. Ao fazermos isso, vencemos as barreiras, amadurecemos e revelamos mais de Deus em nós. Quando fazemos assim, o Pai nos leverá cada vez mais a sermos semelhantes a Jesus.
Então, entre pecar, entre atender os desejos da carne e a nossa vontade, tomemos a decisão de servir e alimentar a vida de Deus que está em nós, para que revelemos a graça, o amor e o verdadeiro Deus aos homens em nossos relacionamentos.