“Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi.” (Mateus 17:5, RA Strong). “Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti.” (Mateus 17:27, RA Strong).
Teve o Senhor alguma falta durante o seu ministério? Ou achamos que não teve falta porque era o Cristo, o filho de Deus? Não pensamos nós que tudo que passou seria para nós como atitude e exemplo a ser seguido? O que caracterizava Jesus, nosso mestre, em tudo o que fez? Quais foram as suas palavras quanto a sua razão de estar aqui em nosso meio?
Não era o propósito de sua vida, obedecer o Pai, sua comida não era fazer a vontade do Pai? Por que o nosso Deus tinha o maior prazer na vida de seu filhos, não era porque obedecia, e a sua obediência não era expressão do seu amor para com o Pai? E na sua obediência, tudo que pedia, tudo que clamava, o Pai não concedia? Não temos o exemplo acima, da moeda na boca do peixe, do pão para muitas pessoas, das curas, dos milagres?
Precisamos entender que obediência antes de mais nada demonstra o nosso amor (amor derramado pelo Espírito Santo). Se amamos, obedecemos. Quando honramos, demonstramos que amamos, pois respeitamos, dignificamos, acatamos, veneramos. Quando pedimos, recebemos, porque pedimos baseado no princípio de respeitar e honrar aquilo que Deus é, sua natureza, sua vontade. Não pedimos para atender o nosso próprio interesse, mas ao interesse do reino.
Precisamos refletir o quanto precisamos aprender sobre obediência, o quanto necessitamos compreender sobre a vontade de Deus, sua natureza, o seu desejo para as nossas vidas. Como temos sido falhos em compreender os propósitos de Deus e o que significa amar, honrar, glorificar. Como precisamos abandonar os conceitos religiosos do que seja agradar a Deus. Como precisamos deixar de achar que as nossas ações fúteis e nossas atitudes sem qualquer fundamento na natureza de Deus possa agradá-lo.
Vamos rever nossas atitudes, vamos refletir mais profundamento sobre obediência e amor. Sobre o que o Senhor Jesus disse quanto àqueles que o amavam. Nós somos dos que amam o Senhor, temos obedecido, ou simplesmente temos sido religiosos em nossas práticas?
Quando tomarmos uma decisão de transformar a nossas maneira de pensar, quando alterarmos as nossas atitudes, então, compreenderemos o que seja buscar o reino de Deus em primeiro lugar, e tudo o mais nos seria acrescentado.