“O povo pergunta a Deus: “Que adianta jejuar, se tu nem notas? Por que passar fome, se não te importas com isso?” O Senhor responde: “A verdade é que nos dias de jejum vocês cuidam dos seus negócios e exploram os seus empregados. Vocês passam os dias de jejum discutindo e brigando e chegam até a bater uns nos outros. Será que vocês pensam que, quando jejuam assim, eu vou ouvir as suas orações?” (Isaías 58:3-4, NTLH). “Quando vocês gritarem pedindo socorro, eu os atenderei; pedirão a minha ajuda, e eu direi: ‘Estou aqui!’ “Se acabarem com todo tipo de exploração, com todas as ameaças e xingamentos; se derem de comer aos famintos e socorrerem os necessitados, a luz da minha salvação brilhará, e a escuridão em que vocês vivem ficará igual à luz do meio-dia.” (Isaías 58:9-10, NTLH). “O Senhor Deus diz: “Obedeçam às leis a respeito do sábado; não cuidem dos seus próprios negócios no dia que para mim é sagrado. Considerem o sábado como um dia de festa, o dia santo do Senhor, que deve ser respeitado. Guardem o sábado, descansando em vez de trabalhar; não cuidem dos seus negócios, nem fiquem conversando à toa. Se me obedecerem, eu serei uma fonte de alegria para vocês e farei com que vençam todas as dificuldades; e vocês serão felizes na terra que eu dei ao seu antepassado Jacó. Eu, o Senhor, falei.”” (Isaías 58:13-14, NTLH)
Lendo estas palavra que é possível compreender o quanto temos que mudar, o quanto temos que nos submeter ao processo transformador que é operado em nossas vidas pelo Espírito Santo. Estamos tão longe de sermos agradáveis a Deus. Estamos tão longe de ser um vaso para a honra e louvor do nome do Senhor. Que ele possa ter misericórdia de nós e nos conceder entendimento de sua obra e do seu operar em nossas vidas.
Agimos na arrogância, na prepotência e no achar que somos alguma coisa, que somos melhores. Agimos como se fôssemos donos das coisas de Deus e o senhor de toda a palavra e conhecedor de toda a solução. Agimos como se Deus não soubesse o que é melhor para a sua obra, para o seu reino e até mesmo para as nossas vidas.
Fazemos as coisas para atender os nossos interesses, mesmo quando falamos da obra de Deus, o seu reino, de fazer a sua vontade. No fundo o que temos buscado é atender os nossos interesses. Buscamos satisfazer o nosso ego, sermos reconhecidos, sermos honrados e glorificados, nunca, ou dificilmente, fazemos as coisa pensando no próximos, no seu amadurecimento, no seu crescimento e no realizar da vontade de Deus.
Que possamos ter um coração sincero, sensível para compreender, entendimento para podermos discernir da forma correta, olhos para ver, ouvidos para ouvir tudo que procede de nosso Deus, e separar tudo aquilo que somos e temos feito para o atendimento de nossos interesses, mesmo que seja revestido de toda a religiosidade. Que nossas ações e nossas atitudes possam ter um só destino de atender os interesses, o querer e a manifestação da vontade do Senhor.
Que a obra que realizamos, que os nossos relacionamentos sejam calcados no processo de comunhão espiritual, de crescimento do corpo, de amadurecimento de vidas, do exaltar o nome do Senhor. Sejamos humildes e aprendamos a ouvir o que o nosso Deus está falando conosco, e não tenhamos a presunção de achar que o que ele fala conosco serve para os outros e não para nós.
Precisamos aprender a ouvir e a obdecer, precisamos aprender a sermos servos, filhos que honrarm ao Senhor, e manifestam toda a sua misericórdia e graça em todos os nossos relacionamentos. Precisamos aprender que honrar as pessoas, respeitar todos com quem relacionamos é mais importante que nossa manifestação de religiosidade.