“Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso. Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.” (Apocalipse 19:6-8, RA Strong)
Devemos nos esforçar como Paulo afirmou pela unidade, pela manifestação da vontade de Deus através do Espírito. Somente quando há o operar de Deus através de nossos corpos mortais, quando individualmente morremos para nós mesmos, para que Deus se expresse e nos use como instrumento; seremos capazes de manifestar a unidade como é da vontade do Senhor Jesus manifesta em sua oração em João 17.
E quando falamos em morrer para nós mesmos, não é o orarmos para que os outros morram para si mesmos para que a nossa vontade se revele, para que o nosso querer se manifeste. Mas sim, nós primeiramente, mesmos que estejamos certos, mesmo que estejamos corretos em nossas opiniões e pensamentos; precisamos morrer para nós mesmos, para que a obra do Espírito se realize em nós, e através de nós e assim, possa operar na vida dos outros. Quando esta decisão é nossa, e parte, primeiramente, de nós, então Deus começa a operar e a falar para nós. Ao mudarmos a nossa forma de pensar, ao revermos, as nossas atitudes, por mais certas que estejam; mas se não estiverem levando a unidade, não está dentro do plano de Deus. Precisamos, para alcançar a unidade, morrer para nós mesmos e nossa vontade.
Quando cada um morre para si mesmo, há uma disposição de submeter ao Espírito Santo, para o realizar da vontade de Deus, para o cumprir da obra do Pai. Quando assim fazemos, então, como instrumentos, seremos usados para expressão do que é o nosso Deus.
É através da igreja, e somente através da igreja, que há a verdadeira e a total expressão de corpo e da vontade de nosso Deus. São os nossos relacionamentos, são as nossas atitudes, e o nosso mover em uma única direção, guiados pelo Espírito Santo que importam e que revelam nosso Senhor Jesus.
Os atos de justiça são todas as ações praticadas pelos santos que visam unicamente fazer a justiça de Deus alcançar a todas as pessoas que necessitam, que clamam e que querem conhecer a Deus. A justiça de Deus se revela através dos seus santos, como igreja, que atua como reconciliadora, com embaixadora, como expressão da natureza de Deus aqui na terra. Seu papel e fazer conhecida as boas novas da libertação e salvação de todos os homens através de Jesus Cristo. É o levar ao conhecimento de todos o que Deus dá gratuitamente, pela sua graça e seu amor, a todos. Os atos de justiça incluem, as boas novas, o fazer discípulos, o repartir, o ajudar, o demonstrar misericórdia, graça, amor, bondade, longanimidade para com todos os homens.
O que temos feito traduz o que somos? Temos preparado a noiva de forma a adorná-la para a exaltação de nosso Senhor? Ou estamos preocupados no realizar de nossa vontade que esquecemos o que realmente é importante?