A razão de nossa salvação

foto por: Jason Leung em Unsplash

Paulo instruindo a Tito, no capítulo três de sua carta, do versículo três ao oito, afirma:

Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros. Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna. Fiel é esta palavra, e quero que, no tocante a estas coisas, faças afirmação, confiadamente, para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Estas coisas são excelentes e proveitosas aos homens.” (Tito 3.3–8 RA).

Recebemos a salvação pela graça de Deus. Não é mérito nosso e nem decorrente de nosso esforço, mas da graça e misericórdia manifestas por meio de Cristo Jesus. Precisamos compreender que não fomos salvos para vivermos uma religiosidade, cheios de nossos cultos e liturgias, mas para sermos solícitos na prática de boas obras. Temos que entender que somos o sal da terra e a luz do mundo e que irão glorificar a Deus por meio de nossas vidas, por causa das obras que realizamos. As nossas obras não são para alcançarmos o favor de Deus, mas para honrarmos o Seu nome, pois quando praticamos a justiça, manifestamos a eqüidade, revelamos graça, misericórdia e amor em nossos relacionamentos, nós estamos expressando o nosso Deus, sendo Seus imitadores.

A razão de nossa salvação, do conhecimento de Deus é para que sejamos Seus imitadores, realizando obras que glorificam o Seu nome e manifestem a Sua glória no mundo.

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