A ressurreição muda tudo

Foto de Simon Wilkes na Unsplash

Se Cristo venceu a morte, nenhuma dor, injustiça ou perseguição tem a palavra final.

Paulo, em Atos 26.1-11, inicia sua defesa diante do rei Agripa, que havia sido convidado por Festo para ouvi-lo e ajudá-lo a escrever um relatório ao imperador. Em sua fala, Paulo mostra que o cristianismo não era uma nova religião separada das promessas de Deus, mas o cumprimento da esperança anunciada ao povo de Israel, confirmada na ressurreição de Cristo e na futura ressurreição dos mortos.

“Por que vocês consideram impossível que Deus ressuscite os mortos?” (Atos 26.8 NAA)

O que aprendemos com essas palavras? Mais do que se defender, Paulo estava testemunhando sua fé diante das autoridades. Ele relembrou sua antiga vida no judaísmo e não escondeu seu passado como perseguidor da igreja. Paulo deixou claro que seu julgamento não era apenas uma questão religiosa, mas estava diretamente ligado às promessas de Deus reveladas nas Escrituras. O centro de sua mensagem era a ressurreição, a prova de que Cristo venceu a morte e garante esperança ao seu povo.

Da mesma forma, precisamos estar sempre prontos para testemunhar de Cristo onde estivermos. A religiosidade, por si só, não salva ninguém. A salvação é obra da graça de Deus, recebida somente pela fé em Jesus Cristo. Também devemos lembrar que ninguém está longe demais para ser alcançado por essa graça transformadora.

A esperança da ressurreição nos fortalece a enfrentar sofrimentos, injustiças e até perseguições. Sabemos que a vitória final pertence a Cristo, que a morte não tem a última palavra e que nossa esperança está firmada nele. Por isso, caminhemos em humildade, reconhecendo que dependemos inteiramente da graça de Deus em cada momento da vida.

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