“O Senhor, porém, era com José, e lhe foi benigno, ….” (Gênesis 39:21-23, RA Strong).
Em Gênesis, nos capítulos, 37, 39, 40 podemos observar a história de José no Egito. Caminhos e situações fora do comum vivenciada pelo mesmo. Situações que passou que poderíamos, com os nossos olhos, dizer que foi o mais desafortunado entre tantos. Primeiro lançado em uma cisterna, os irmãos, por inveja, queriam matá-lo, vendem-no para mercadores que é levado como escravo para o Egito. Bem sucedido, na casa de seu senhor, sem culpa, é lançado na prisão. Nesta permanece por um bom tempo, sem qualquer culpa, sem ser merecedor. Mas em tudo permanece fiel ao que aprendeu.
Nós precisamos, como José, aprender a não murmurar das situações que vivemos e que somos colocados. Em tudo, para os filhos, Deus tem algo para nos ensinar, para nos capacitar e para nos levar de forma a realizar a obra e o desafio que tem para nós.
Em tudo que passou, podemos ver a mão de Deus, capacitando José para o desafio que teria na gestão de todo o Egito durante a época de fartura e depois de escassez. Se não fosse a situação que ele viveu, o que fez, de forma alguma seria o bom gestor que se exigiria dele. Mas quando olhamos o momento, a situação atual, podemos não ver luz, nem qualquer expectativa pela frente.
O que devemos fazer nos momentos de crise, de dificuldade? Por nos a lamentar, a chorar e a reclamar? Não, precisamos aprender com o exemplo de José. Deu, em tudo, o melhor de si mesmo, sempre fiel, fiel ao que cria, honrava as pessoas para quem estava trabalhando. E nós? Diante das crises e problemas? Diante de um chefe mal humorado? Diante de um momento de escassez? Diante de uma dificuldade na família? Diante de uma dificuldade no emprego? Diante de um ambiente hostil, no qual temos dificuldade de permanecer, o que temos feito? Reclamado? Murmurado?
Reflita sobre a história de José, entenda o contexto, não teria ele motivo para reclamar? Não teria ele motivo para se desesperar? Foi o que fez? Não, mas em tudo podia ver a mão de Deus operando; mesmo que ele não entendesse, ainda continua fiel a sua fé. Quando viveu a situação onde foi acusado pela mulher do Potifar de que ele a havia molestado, o que o Potifar fez? Nesta situação, segundo o costume da época seria a morte. O que ele fez? Jogou Jose na prisão; por que? Por que ele duvidou da mulher? Era dele que provinha esta dúvida? Ou era providência divina para capacitar a José?
Por que somos, muitas vezes, colocados em um ambiente hostil a nós, o que pensamos? Para sofrermos e para lamentarmos? Não. Para aprendermos, para amadurecermos, para crescermos.
Enquanto não compreendermos isso, enquanto não passarmos na lição, estaremos sempre diante desta situação. Isto por que Deus gosta de ver-nos sofrer? Não, porque ele nos ama, e deseja nos ensinar, e não só isso, mas nos capacitar, nos forjar para nos usar da melhor maneira para o seu reino. Não é assim que agimos com os nosso filhos quando desejamos que eles cresçam, amadureçam e assumam responsabilidade? Não é neste ensinos que demonstramos amor aos nosso filhos? Da mesma maneira Deus age com relação a nós quando nos quer ensinar os valores do reino.
Precisamos entender os processos, os métodos de Deus e nos sujeitar a este processo de amadurecimento e crescimento, dando o melhor de nós, e nos deixando ser usados em cada momento.