Fomos chamados para sermos santos, separados para Deus, fomos chamados para ser uma nação santa, um povo de propriedade exclusiva de Deus, como está escrito: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;” (1 Pedro 2:9, RA Strong), sendo nação santa, sendo povo de propriedade exclusiva de Deus, temos conforme está escrito na carta de Paulo: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia como os gentios que não conhecem a Deus;” (1 Tessalonicenses 4:3-5, RA Strong) ; “porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo. ” (1 Tessalonicenses 4:7-8, RA Strong).
Tendo o conhecimento da vontade de Deus e conhecendo as obras da carne; “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.” (Gálatas 5:19-21, RA Strong). O nosso Senhor afirmou: “Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado.” (João 8:34, RA Strong).
E conhecendo as promessas do Senhor, quanto a sua vontade para as nossas vidas, no que tange a santificação, não fazermos o que o mundo faz, e compreendendo o que Pedro escreveu em sua carta que recebemos tudo que necessitamos para viver uma vida que agrada a Deus: “Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo,” (2 Pedro 1:3-4, RA Strong).
Tendo o conhecimento do desejo do Senhor para as nossas vidas, quanto a santificação (praticarmos os atos de justiça que procedem da vida que recebemos de Deus, ou seja, não andar segundo o padrão do mundo; mas de Deus), vivermos como povo separado, não isolado, ou seja, vivemos no mundo; mas não andarmos como no mundo se anda. Vivermos no mundo; mas não sermos do mundo, porque fomos separados para Deus para o seu uso exclusivo. Não devemos, diante deste conhecimento e fato, nos questionar a quem estamos servindo: a Deus ou ao Diabo?
Devemos responder não pelo que pensamos ou falamos, mas pelas nossas atitudes. Nossa atitudes estão cheias e demonstram o amor de Deus em tudo que fazemos, ou temos revelado em nosso coração ódio, acepção de pessoas, somos indiferentes, evitamos, não gostamos das pessoas? Temos fofocado sobre a vida das pessoas (falado das pessoas, ou feito comentário)? Não ajudamos a quem necessita, mas a quem é conveniente para nós? Somos egoístas e não gostamos de repartir? Temos distribuido esmolas, dando do que é resto; ou temos repartido o que necessitamos? Vemos em todas as pessoas com que relacionamos, gente como a gente, ou por nos servir, ou serem mais pobres, não tratamos como iguais, e sim, como a pessoas inferiores? Temos sonegado impostos? Temos burlado as leis e achamos que isso é normal? O que temos feito em nossas ações no dia a dia? Temos mentido?
Quando fazemos as obras da carne, estamos de fato rejeitando a Deus e servindo ao Diabo. Não adianta querermos tampar o sol com a peneira; pois a palavra é clara, se praticamos as obras da carne, se não fazemos o que o Senhor determina; não o amamos, não guardamos a sua palavra. Estamos servindo a nós mesmos e aos interesses deste mundo, e por servimos aos interesses deste mundo, estamos servindo ao seu dono, que é o maligno, que é o próprio Diabo.
A quem queremos servir? A Deus? Se sim, precisamos rever as nossas posturas e as nossas atitudes diante das pessoas. Pois se achamos que por irmos a “igreja”, por irmos ao culto, estamos servindo a Deus, estamos enganados. Servir a Deus é viver segundo a natureza de Deus, revelando quem ele é, e não vivendo como se vive no mundo e como temos a consciência que desagrada a Deus.