Verdadeiras profecias

“Assim diz o Senhor Deus: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito sem nada ter visto!” (Ezequiel 13:3, RA Strong). “Tiveram visões falsas e adivinhação mentirosa os que dizem: O Senhor disse; quando o Senhor os não enviou; e esperam o cumprimento da palavra.” (Ezequiel 13:6, RA Strong). Temos também, o seguinte aspecto importante a considerar: “Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz.” (Provérbios 29:18, BEARA). E Paulo, nos admoesta na carta ao coríntios: “Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis.” (1 Coríntios 14:1, BEARA)

O que são profecias: São discursos, ensinamentos, palavra ministrada que provêm do Espírito Santo, que usa homens de Deus, filhos, que declaram o propósito do Pai, seja para reprovação de atos contrário a natureza divina, para conforto do aflito, para revelar coisas escondidas, ou até mesmo, para preanunciar coisas futura. Quando falamos de profecias, pensamos somente no último aspecto; mas a importância da profecia esta no fato de manter o povo de Deus na visão dos princípios do reino de Deus. Sem distorção da palavra proferida.

Quando podemos distorcer? Quando podemos falar mentiras? Quando podemos tirar o povo de Deus do caminho da graça? Somente quando queremos defender o nosso ponto de vista, arguir usando certas passagens da escritura e esquecermos de outras. Quando usamos a palavra pela metade para defender o nosso ponto de vista. Quando para impor ao povo determinada regras (que estão na palavra, que tinha um propósito específico) para defender o que pensamos e a nossa vontade. Como exemplo: guardar dias, abster de comida, não usar isso ou aquilo, proibir certos tipos de ações e atitudes que tem aparência de santidade; mas que remontam a lei.

Aonde precisamos levar o povo de Deus, nós como filhos, como devemos discipular, como devemos ensinar, como devemos proceder com aqueles que Deus tem colocado em nossas mãos? Devemos, não só nós andarmos no caminho da graça, mas levar todos ao mesmo caminho. Ensinar os princípios e fundamentos do reino, ensinar sobre quem somos, nossa libertação, na nova criatura, no poder e autoridade concedida por Deus a nós para vencermos o malígno, nossa libertação do domínio do pecado. Devemos ensinar as pessoas sobre amor, abnegação, revelação de graça, sobre as atitudes de Jesus, sobre a santificação de nossos atos para revelar Deus ao mundo através da igreja; mas mais que falar, devemos viver, devemos ensinar pelo exemplo. Não podemos impor regras, impor condições, exigências que remotam somente aparência externa; mas que não atinge as motivações do coração.

Como o próprio Senhor Jesus falou que o que contamina, não é o que entra, mas o que sai de nossa boca, pois o que sai, procede do coração. E no nosso coração é que está a inveja, o orgulho, a arrogância, a hipocrisia, o desejo de defender os nossos interesses.

Devemos profetizar, devemos ensinar, devemos, como filhos, como conhecedores da graça levar as pessoas a viverem pela graça, e não impor jugo, não impor condição externa para determinar quem é filho e quem não é. Devemos olhar além da aparência, além das condições sociais, das regras humanas. Devemos olhar com os olhos de Deus, devemos ensinar com os olhos e o coração de Deus, devemos falar d e sua vontade, como padrão de amor, como sujeição a cruz de Cristo. Devemos falar de morte, do morrer para nós mesmos, para o atendimento de nossos desejos e nossas necessidades.

O verdadeiro profeta conduz o povo a obediência, a honra da palavra e da vontade de Deus. Não ponhamos em nosso coração qualquer coisa que contrarie a graça de Deus. O conduzir as pessoas a visão da graça, da obediência pelo amor, da revelação dos filhos, traz vida, traz alegria. Qualquer coisa diferente leva a jugo e escravidão.