“A resposta delicada acalma o furor, mas a palavra dura aumenta a raiva.” (Provérbios 15:1, NTLH) “As palavras bondosas nos dão vida nova, porém as palavras cruéis desanimam a gente.” (Provérbios 15:4, NTLH) “A pessoa de mau gênio sempre causa problemas, mas a que tem paciência traz a paz.” (Provérbios 15:18, NTLH) “O Senhor detesta os pensamentos dos maus, mas gosta de palavras bondosas.” (Provérbios 15:26, NTLH) “As pessoas corretas pensam antes de responder; as pessoas más respondem logo, porém as suas palavras causam problemas.” (Provérbios 15:28, NTLH) “Quem teme o Senhor está aprendendo a ser sábio; quem é humilde é respeitado.” (Provérbios 15:33, NTLH) “Quem perdoa uma ofensa mostra que tem amor, mas quem fica lembrando o assunto estraga a amizade.” (Provérbios 17:9, NTLH) “O começo de uma briga é como a primeira rachadura numa represa: é bom parar antes que a coisa piore.” (Provérbios 17:14, NTLH) “As pessoas revoltadas gostam de briga, e quem vive se gabando está correndo para a desgraça.” (Provérbios 17:19, NTLH) “A alegria faz bem à saúde; estar sempre triste é morrer aos poucos.” (Provérbios 17:22, NTLH) “Quem controla as suas palavras é sábio, e quem mantém a calma mostra que é inteligente.” (Provérbios 17:27, NTLH) “Vale mais ter paciência do que ser valente; é melhor saber se controlar do que conquistar cidades inteiras.” (Provérbios 16:32, NTLH).
Nas palavras acima encontramos todos estes ensinamento refletidos no sermão da montanha, quando Jesus ensinava o verdadeiro modo de viver. Não são palavras para serem praticadas em um salão ou em um culto de celebração, ou em uma missa. São momentos do nosso dia a dia. São atitudes que devemos escolher diante das situações que vivemos. Não existe sabedoria, não existe o proclamar do evangelho, o anunciar das boas novas, se em nossas vidas os ensinamentos acima não estão sendo refletido nas ações que realizamos e nas decisões que tomamos.
De todas as coisas o que precisamos aprender e compreender é a realidade da obra de Deus realizada em nossas vidas. Se não controlarmos o nosso espírito, se não levarmos o mesmo a obediência de Deus, a ouvir a voz do Espírito, e conduzí-lo ao controle do corpo e da alma, de forma alguma viveremos o plano e o propósito de Deus no nosso dia. Poderemos ser excelentes religiosos, podemos ensinar teorias, mas não demonstraremos na prática o que de fato pregamos.
Compreender o princípio da morte com Cristo, compreender a libertação do pecado como algo consumado, como algo realizado definitivamente pelo Senhor é o fundamento de tudo que podemos fazer para realizar o plano de Deus e sermos expressão viva do que é o nosso Deus neste mundo. Morremos para o pecado, morremos para nós mesmos, então, como livres do pecado, temos o domínio sobre o mesmo. Sendo livres do pecado, estamos livres para servir a Deus e a sua justiça. Estamos prontos para escolher a vontade do Senhor e sermos a sua expressão neste mundo.
Compreendendo isso, diante de cada situação, relacionada acima, podemos aprender a fazer as escolhas certas, as decisões sábias, pois existe em nós o temor do Senhor. Quando há o temor, ai reside o princípio da sabedoria, onde a sabedoria, há a atitude que agrada o coração do Pai. Viver o evangelho, ser expressão do Deus vivo, ser a carta viva de Cristo, o bom perfume que exala a sua fragância está nas decisão que tomamos diante de cada situação onde temos que expressar o coração do Pai, ou a natureza humana que deseja manifestar e continuar a dominar as nossas vidas. Não podemos deixar a alma e o corpo ter o controle da nossa vontade. O nosso espírito foi restaurado por Deus, foi restabelecido a comunhão com o Pai para vivermos o seu querer e o desejo enquanto estivermos neste mundo.
Por isso palavras como: “Você pode pensar que tudo o que faz é certo, mas o Senhor julga as suas intenções.” (Provérbios 16:2, NTLH) “Há caminhos que parecem certos, mas podem acabar levando para a morte.” (Provérbios 16:25, NTLH) “O Senhor Deus vê o que acontece em toda parte; ele está observando todos, tanto os bons como os maus.” (Provérbios 15:3, NTLH). Façamos as escolhas de filhos de Deus!