“Então, o mesmo Daniel se distinguiu destes presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino. Então, os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.” (Daniel 6:3-4, RA Strong). “Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.” (Daniel 6:10, RA Strong)
Duas coisas importantes sobre a vida de Daniel que devemos considerar e pensar em relação as nossas vidas. Primeiro: Não foi encontrado nele qualquer motivo que o condenasse. Era uma pessoa íntegra no que fazia. Não deu qualquer motivo para que fosse condenado em qualquer falta que teve. Não encontrando buscaram em seu Deus o motivo para a sua condenação.
Segundo: mesmo sendo possível a sua condenação; pois estava proibido o pedir a qualquer deus, ele continuou a orar a seu Deus, em quem confiava.
Fica nos então, a pergunta: Somos íntegros? Agimos como Daniel, e honramos ao nosso Deus, procurando fazer tudo com dedicação, integridade e com qualidade? Ou somos relapsos e preguiçosos e fazemos de qualquer maneira as coisas que nos são entregues para realizar? E quando somos proibidos de fazer algo em relação a vida e a ação que devemos ter com relação ao reino de Deus; nós simplesmente deixamos com medo do que pode nos acontecer?
O quanto confiamos em Deus como Daniel confiou? O quanto compreendemos que o reino de Deus, não é uma questão de religiosidade; mas sim, de vida, de atitude, de andar e viver segundo o evangelho de nosso Senhor Jesus?
Não fomos chamados para sermos covardes ou tímidos, mas sim, para proclamar, como carta vida, como bom perfume de Cristo, a sua glória, as boas novas de reconciliação do homem com Deus. Por isso, a pergunta que devemos nos fazer: Como temos nos comportado no trabalho? O que temos feito demonstram as mesmas atitudes de Daniel? Somos comprometidos? Fazemos tudo como para o Senhor? Ou temos agido como se fosse para agradar ao superior imediato, ou temos agido com desmazelo? Onde estamos, revelamos atitudes de cristão? Revelamo-nos como seguidor de Jesus em nossas atitudes? Nossas ações têm glorificado a Deus e ao nosso Senhor Jesus?
Não existe cristianismo sem atitude, sem comportamento que glorifica ao nosso Senhor Jesus e que revelam que temos andado com ele. Não existe como pregar a palavra, falar a verdade se as nossas vidas não revelam e manifestam o que nós proclamamos de boca.
Tenhamos o propósito de fazer de nossas vidas cartas vidas, bom perfume que revelam a graça, a justiça, o amor, a misericórdia e a bondade de nosso Deus que nos foram concedidas em Cristo Jesus, o Senhor da glória.