“Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários, pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus;” (2 Coríntios 8:3-5, RA Strong). “Como, porém, em tudo, manifestais superabundância, tanto na fé e na palavra como no saber, e em todo cuidado, e em nosso amor para convosco, assim também abundeis nesta graça. Não vos falo na forma de mandamento, mas para provar, pela diligência de outros a sinceridade do vosso amor; pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos.” (2 Coríntios 8:7-9, RA Strong). “suprindo a vossa abundância no presente a falta daqueles, de modo que a abundância daqueles venha a suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade, como está escrito: O que muito colheu não teve demais; e o que pouco, não teve falta. ” (2 Coríntios 8:14-15, RA Strong)”…. e preparassem de antemão a vossa dádiva já anunciada, para que esteja pronta como expressão de generosidade e não de avareza. ” (2 Coríntios 9:5, RA Strong). “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre.” (2 Coríntios 9:7-9, RA Strong). “visto como, na prova desta ministração, glorificam a Deus pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo e pela liberalidade com que contribuís para eles e para todos, enquanto oram eles a vosso favor, com grande afeto, em virtude da superabundante graça de Deus que há em vós. Graças a Deus pelo seu dom inefável!” (2 Coríntios 9:13-15, RA Strong).
Como temos agido e nos comportado diante das necessidades dos outros? Temos agido com liberalidade, ou temos retido? Mantemos os recursos e os bens e não compartilhamos com quem necessita ou precisa? Nos consideramos ávaros ou não? Somente saberei se ou uma pessoa que é cheia de avareza pelas minhas atitudes; pois quando vendo a necessidade dos outros eu retenho; tendo algo que poderia compartilhar ou dar, e não faço, então estou agindo de forma contrária ao amor e a graça de Deus que é nos revelada e concedida por intermédio de Jesus Cristo.
Quanto temos coisas e não distribuimos, quando não repartimos, então, o que estamos fazendo é diferente do amor proposto pelo evangelho e pela graça de Deus. Recebemos da natureza de Deus para andarmos segundo o modelo que temos em Jesus Cristo. Não recebemos da vida de Deus para continuarmos a viver como víviamos, não é para andar segundo o pensamento do mundo.
Se o que contruimos para a igreja, ou se o que damos para as pessoas não é bem administrado, não é usado de forma correta, não nos cabe decidir. Primeiramente, cabe a nós cumprir com aquilo que faz parte da natureza de Deus, que é repartir, que é dar a quem necessita, que é ajudar a quem precisa. Se os que administram, fazem mal uso dos recursos, pessoas que ajudamos ou a igreja, cabe a nós admoestá-las, corrigí-las e falar da vontade e do objetivo do Senhor e levá-las a um processo de amadurecimento.
Amar é repartir, é ajudar, é fazer sem esperar nada em troca. É termos a mesma atitude que o nosso Deus tem para conosco, e nós muitas vezes não fazemos tão bem quanto o que era esperado de nós. Precisamos morrer para a velha natureza, para viver a natureza de Deus.