“Disse-lhes Jesus: A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.” (João 4:34, BEARA) “Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente. ” (1 João 2:17, BEARA) “Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terreno plano.” (Salmos 143:10, BEARA) “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 7:21, BEARA).
O que de fato queremos? Quando colocamos em buscar o Senhor, quando estamos reunidos com os irmãos em um momento de louvor, de adoração? Quando estamos sozinhos em nossos quartos, o que queremos e o que buscamos? O que temos falado? O que de fato são os nossos desejos? Temos agido como temos falado ou os nossos motivos são outros?
Buscamos a Deus para conhecer a sua vontade e vivê-la, ou estamos buscando, porque estar diante da face de Deus, nos dá alegria, enche o nosso espírito, a sua paz nos transborda. Buscamos a Deus para receber ou para conhecer a sua vontade e vivê-la?
Como temos vivido? Pelo que temos sentido e visto? Ou vivemos pela fé, pelas promessas de Deus? Nosso maior objetivo e fazer a vontade de Pai, como expressa por Jesus e pelo salmista ou nosso maior desejo é somente receber as bençãos de viver com Deus? Estamos com Deus para termos a salvação e a vida cheia de paz ou por que queremos ver a vontade do Pai realizada nesse mundo?
As nossas motivações são fundamentais para compreendermos onde estamos e onde queremos chegar. Se estamos com Deus por causa do que Ele concede, então ainda somos crianças espirituais. Se recebemos o que queremos temos prazer em Deus, prazer em fazer a sua vontade, prazer em estar com os irmãos; mas quando não recebemos; não sentimos prazer em fazer a obra de Deus, em viver a sua vontade, e nem em estar juntos com os irmãos. Mas quando o nosso objetivo é fazer a vontade do Senhor, conhecer e vivê-la de forma plena através de nossas vidas, então indepedente do que estamos sentido, independente do que estamos passando, estaremos fazendo a obra de Deus, cumprindo o seu querer. Podemos estar passando pelo “vale da sombra e da morte”; mas confiamos em sua palavra que “a sua vara e o seu cajado nos consolam”, cremos na promessa do Senhor Jesus que estaria conosco até os fins dos tempos. Então vivemos não pelo que vemos ou sentimos; mas simplesmente pelo que cremos. Nosso maior objetivo é fazer e realizar a obra do Pai, porque compreendemos quem somos e o que precisamos fazer. Por agirmos assim, recebemos as bençãos; mas mesmo se não estivermos recebendo, não nos importamos, pois o que é mais importante é cumprir, é o realizar da vontade do Pai.
Deus, o nossos Pai, não nos abandona, mesmo que o vale esteja árido, mesmo que pareça tudo seco, Deus, o nosso Deus, está conosco. Ele nunca nos abandona, Ele simplesmente permite essas coisas, para que aprendamos a viver por fé, não pelo que vemos ou sentimos.
Precisamos compreender que fazer a vontade do Pai é mais importante que qualquer outra coisa. Ter o coração voltado em conhecer, buscar com todo o zelo, com toda a força é mais importante que tudo. Quando compreendemos a importância e o significado de fazer a vontade do Pai, então entederemos que as coisas mais importantes são: primeiro a vontade do Pai, depois, a vontade do Pai, para então pensarmos e continuarmos a desejar a vontade do Pai. Somente depois de tudo isso, é que então desejaremos mais da vontade do Pai. Enquanto não vivermos de forma plena a vontade do Pai, então não desejaremos outra coisa que não seja a vontade do Pai. Somente desejando a sua vontade é que seremos sal, é que faremos diferença nesse mundo, que traremos sabor a vida das pessoas e seremos luz.