Qual o nosso costume de parar e refletir sobre os nossos dias? Quantos de nós fazemos isso? Quantos de nós avaliamos como foi o dia, o que aprendemos, o que fizemos diferente, o quanto permanecemos fazendo as mesmas coisas?
Se formos mais céticos, ou de curtas palavras, podemos dizer que simplesmente: levantamos, tomamos o café (para quem toma), depois fomos trabalhar ou para a escola, então, voltamos para casa (se voltamos, pois hoje, comemos com os colega ou sozinhos no serviço), depois continuamos a trabalhar, reunião após reunião, ou atendendo cliente, ou fazendo ligação ou arrumando papelada. Depois voltamos para casa, normalmente discutimos um pouco, mais que conversamos e então, vamos para frente da televisão, ou para a cama e dormimos para recomeçar no dia seguinte. Outros conseguem florear um pouco mais.
Agora, o importante é pensarmos não no que fizemos ou deixamos de fazer, mas sim, o quanto fizemos diferença onde estivemos, com quem estivemos, como nos portamos, como falamos. Qual foi a diferença que fizemos, como nos portamos frente as necessidades das pessoas, e como nos colocamos frente aos problemas e dificuldades nos nossos relacionamentos. Ou seja, como tratamos nossa esposa ou marido? Como tratamos nossos filhos? Como tratamos e o que falamos do chefe? Como tratamos e falamos de nossos colegas? O que fizemos e como tratamos as necessidades de nossos amigo? Como temos relacionado com os líderes espirituais? Como tratamos àqueles que denominamos de irmãos na fé?
Queremos fazer diferença? Queremos agradar a Deus? Queremos como filhos viver segundo o coração do Pai? Pensamos nisso…? Ou pensamos em como vamos conseguir nossos objetivos, atender os nossos sonhos, alcançar as nossas metas? Ficamos a pensar em como vamos pagar as contas porque extrapolamos os gastos? Pensamos no que é importante!
Se queremos fazer diferença, se desejamos viver o reino de Deus, se desejamos ser filhos de Deus e viver a sua vontade aqui na terra, precisamos nos reposicionar, precisamos mudar as nossas atitudes, o que fazemos e o que pensamos. Se queremos viver o reino de Deus, viver como cidadão do reino, como pessoas que dizem conhecer a Deus; devemos mudar a nossa forma de pensar; para então, alterarmos a nossa forma de andar nesse mundo. Se queremos ser sal, se queremos ser luz, se queremos apresentar as pessoas o verdadeiro reino de Deus. Reino que conhecemos na teoria, mas que poucos de nós conseguimos viver na prática; temos que mudar o foco do nosso coração. Primeiro: morrer para esse mundo, ou seja negar a nós mesmos, depois compreendendo essa realidade, fazer morrer a nossa natureza humana, para vivermos como cidadãos do reino de Deus, e ai, nos perguntamos: como?
Simples, mas que tem um peso de decisão grande, e que leva nos a revelar a natureza de nosso Deus. Um colega está com um problema sério para resolver, nós temos uma tarefa para cumprir. Se ele não resolver, ele perde o emprego, nós podemos também perder o emprego. Sebemos como ajudá-lo, o que fazemos? Quem é mais importante, nós ou ele? Quando Jesus disse que era para amarmos como ele amou, qual deve ser a nossa atitude? Ajudá-lo, mesmo que soframos o dano? Ou esquecer, pois estamos com o mesmo tipo de problema, e primeiro temos que resolver o nosso? Como tratamos a pessoa que faz a limpeza no escritório ou em nossa casa? Como um serviçal que nem sebemos o nome? Ou a tratamos como pessoa, chamamos-lhe pelo nome? Somos capazes de colocá-la a nossa mesa para comer conosco? Quando chegamos no serviço, cumprimentamos as pessoas? Demonstramos um coração alegre e grato a Deus por tudo que concede? Ou chegamos reclamando e resmungando dos problemas e dificuldades que tivemos para chegar ou levantar? Reclamamos dos subordinados ou somos capazes de sentar com eles, compreender os seus problemas e ajudá-los? Como temos feito diferença onde estamos….? Compreendemos…?