Temos uma palavra que nos conforma no início da carta aos gálatas que diz: “o qual (Jesus Cristo)l se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,” (Gálatas 1:4, BEARA) e também na carta escrita a Tito, vemos o mesmo objetivo que diz: “o qual (Jesus Cristo) a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. ” (Tito 2:14, BEARA)
A obra de Deus é completa em nossas vidas. Esta foi planejada desde o princípio, desde antes da criação, que seria a nossa libertação, nos livrar e tirar das garras do pecado, do domínio do príncipe deste mundo para sermos um povo santo, para sermos propriedade exclusiva de Deus. Sermos separados para as boas obras, separados (santos) para viver neste mundo, no meio dos que necessitam, não para vivermos como vivem os que não conhecem a Deus; mas para vivermos como filhos, como expressão do Deus vivo e verdadeiro.
Jesus se entregou não para que vivêssemos “meia” vida de Deus, Jesus morreu e ressuscitou não para termos uma vida medíocre, para andarmos segundo o pensamento deste mundo, para agirmos como agem as pessoas que não conhecem a Deus, como vivíamos anteriormente nos nossos delitos e pecados, mas para vivermos em novidade de vida. Cristo morreu para nos tirar deste mundo, para nos libertar do poder do pecado. Esta obra Ele realizou na Sua morte na cruz e em Sua ressurreição, para termos vida e vida em abundância. A remissão do pecado é definitiva em sua obra, por isso não temos motivo para continuar no pecado. Não temos motivo de vivermos como vivíamos para não honrar a Deus.
Honramos a Deus, vivendo segundo a Sua natureza, não por medo, não por temermos a condenação, pois esta não pesa sobre nós por causa da obra de Cristo, mas honramos porque somos filhos, porque temos da natureza de Deus, porque agora somos semelhantes ao Criador, temos da Sua vida, do Seu Espírito, andamos unidos com Cristo, nosso Senhor, e com o Pai. Quem nos une é o Espírito Santo que nos conduz em toda a vontade e em todo o conhecimento do querer e do desejo de nosso Pai.
Precisamos compreender que o pecado não nos domina, por isso não vivemos na prática do pecado. Temos o nosso coração fixo em nosso Senhor, no Seu exemplo, em Suas obras, e não no nosso futuro, nos nossos sonhos e desejos, não no querer coisas materiais, não andarmos nos pensamentos deste mundo, mas sim, com os nossos olhos e pensamentos nos mesmos valores de nosso Deus. Para viver, precisamos de: Primeiro: ter consciência de quem somos e da obra que Cristo realizou ao nos resgatar. Segundo: precisamos nos despir do velho homem, fazendo morrer a natureza humana, terrena que é demoníaca, se assim não fizermos então não viveremos a vontade do Pai, e teremos o nosso coração preso e focado naquilo que não é importante. Terceiro: precisamos andar como filhos da luz, rejeitando o pensamento deste mundo, despir da natureza humana, nos revestir da natureza divina (deixá-la fluir, devido ao novo nascimento), olhando para os valores expressos de nosso Deus e de nosso Senhor Jesus Cristo. Escolhendo os tesouros do reino de Deus. Precisamos pensar nas coisas do alto, nas vidas que necessitam conhecer a Deus, na nossa santificação, no nosso proceder correto, não por nós, mas para que as pessoas à nossa volta vejam a obra de Deus em nossas vidas. Despirmos do velho homem é deixarmos de mentir, enganar, sermos hipócritas, maliciosos, deixarmos conversas torpes para andarmos segundo o Espírito.
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