Com o conhecimento que temos e a liberdade em Cristo, não podemos nos deixar guiar por esses dois, mas sim, pela lei do amor, pois não podemos ser motivos de tropeço na vida das pessoas, especialmente dos que ainda são fracos na fé, como podemos ler na primeira carta aos Coríntios, no capítulo oito, do versículo nove ao treze.
“Mas tenham cuidado para que essa liberdade de vocês não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. Porque, se alguém enxergar você, que tem conhecimento, sentado à mesa no templo de um ídolo, será que a consciência do que é fraco não vai ser induzida a participar de comidas sacrificadas a ídolos? E, assim, por causa do conhecimento que você tem, perde-se o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. E, deste modo, pecando contra os irmãos, ferindo a consciência fraca que eles têm, é contra Cristo que vocês estão pecando. E, por isso, se a comida serve de escândalo ao meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.”
(1Coríntios 8.9–13 NAA)
Fazemos ou deixamos de fazer as coisas não por causa do nosso entendimento e da liberdade que recebemos em Cristo, mas da lei do amor que fundamenta nossas vidas. Conhecimento e liberdade não sejam motivos de tropeço para aquele que é fraco na fé e que não tem o conhecimento necessário para viver uma vida madura e na plena liberdade que recebemos. Tudo que fizermos, deve ser fundamentado na lei do amor e o quanto as nossas atitudes irão edificar o irmão.
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