“Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai. Estai de sobreaviso, vigiai [e orai]; porque não sabeis quando será o tempo.” (Marcos 13:32-33). “Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!” (Marcos 13:35-37).
O que é estarmos atento, esperando a vinda de nosso Senhor? Já pensamos sobre isso? Temos estado atento a volta do Senhor? Temos pensado sobre isso, ou nem passa pela nossa cabeça? O obra que nos entregou, o serviço que nos passou, as nossas atitudes estão sendo condizentes com a vontade de nosso Deus? As determinações de como viver e andar nesta terra estão sendo cumpridas conforme prescritas por ele? Temos sido um mordomo fiel? Ou temos agido com relapso e com descaso a vontade do nosso Senhor?
O quanto conhecemos a palavra, a vontade e as promessas de Jesus? O quanto temos o conhecimento do que significa “maranata”? Ansiamos a volta de nosso Senhor? Ou estamos tão desconectados destes aspectos que nem nos passam pela cabeça? E outro ponto, o que compreendemos quanto a sermos mordomos da casa do Senhor? Ou agimos como se fôssemos os donos?
Temos agido como os religiosos na época de Jesus ao ponto de nem perceberem que o mesmo era o messias prometido e fizeram isto por causa de um legalismo existente e uma religiosidade cega.
Quando não tomamos uma atitude que é esperada por Deus, o que representa de fato esta nossa atitude? Isto que precisamos compreender; pois se não houver o entendimento estamos agindo como néscios, como ignorantes; mas principalmente, estamos sendo rebeldes quanto a vontade de nosso Deus. A questão importante que temos que tratar é com relação a obediência, amor e honrar a vontade de nosso Deus. Não existe outra questão. Não existe outro ponto a ser discutido. Precisamos resgatar e compreender o nosso papel, compreender o que seja expressão de amor para com Deus. Precisamos parar de viver um evangelho egoísta, onde pensamos em nós, no atendimento de nossos interesses e vontade, onde o que importa é o que queremos e o que buscamos e não o que o nosso Deus deseja e tem para nós, como se soubéssemos o que é melhor.
O pecado que cometemos e que foi a razão da separação do homem de Deus é a rebeldia, e o que é rebeldia? O mesmo que teimosia, revolta, obstinação, negação da autoridade e o poder de quem tem, não obediência a vontade de alguem superior. O rebelde se revela quando acha que tem o mesmo poder e autoridade de quem está acima dele. Quando falamos que estamos com uma atitude de rebeldia com relação a Deus é sobre isso que estamos falando. Nós negamos a autoridade, a vontade e o querer de Deus. Nós não reconhecemos que ele está acima de nós, Proclamamos através de nosso ato de r ebeldia que ele é igual a nós.
Agora, como estamos vivendo um ato de rebeldia? Quando não obedecemos a Sua palavra, não vivemos a Sua vontade e não realizamos o Seu propósito; e ficamos a nos escusar sempre do porque não fazer, dando a nós mesmos desculpas. Com esta atitude nós estamos de fato, ouvindo o que o príncipe deste mundo está falando e obedecendo a sua voz, fazendo como Adão e Eva, rejeitando e deixando a palavra e a vontade de Deus ser torcida pelos dardos do inímigo.
O fato importante não é o quanto fomos rebeldes até hoje, mas o quanto continuaremos a ser rebeldes, até quando continuaremos a viver uma vida que não agrada e não está no propósito de Deus? Até quando não colocaremos em por o nosso coração em conhecer e comprender e fazer a vontade do Pai?
Como filhos, precisamos aprender a ouvir a voz de nosso Deus e realizar a sua vontade, assim como Jesus fez.