“Fortalecei as mãos frouxas e firmai os joelhos vacilantes. Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus. A vingança vem, a retribuição de Deus; ele vem e vos salvará. Então, se abrirão os olhos dos cegos, e se desimpedirão os ouvidos dos surdos; os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará; pois águas arrebentarão no deserto, e ribeiros, no ermo.” (Isaías 35:3-6, RA Strong).
Quanto e como precisamos aprender a descansar no Senhor. Quanto precisamos a não temer, a descansar. A reconhecer a salvação, o cuidado e o zelo de nosso Deus por nós. Ele que nos conhece a fundo, conhece cada pensamento, cada célula, cada ponto do nosso corpo, e nos ama. Ele nos ama de uma forma que não conseguimos imaginar, nem mesmo medir.
Como podemos deixar de descansar neste Deus que cuida de nós? Como podemos querer fazer as coisas por nós mesmos, da nossa maneira, da nossa forma? Quando mesmo iremos mudar a nossa atitude e aprender a descansar no Deus de nossa salvação?
Quando temos a maior chance de conhecer a Deus, sua graça, seu provimento e normalmente perdemos a oportunidade de conhecer mais do Senhor, mais de sua graça, e do seu cuidado por nós? Quando justamente mais precisamos, quando estamos em tribulação. Ao invés de aprendermos a descansar nele, entramos em uma paranóia de querer fazer as coisas de qualquer maneira.
Precisamos entender que a vida, a verdadeira vida provêm do trono da graça de nosso Deus, e nós não seremos capazes de fazer qualquer coisa boa que acrescente mais graça, e nem seremos capazes de fazer qualquer coisa que reduza a graça e o amor de Deus por nós.
Precisamos morrer, esvaziar de nós mesmos para conhecer o amor do Pai e deixar que a sua vida, a sua graça, a sua glória e sua bondade flua através de nós. Tornemo-nos filhos de Deus de fato e não simplesmente religiosos.