Não são os sacrifícios

Assim como foram as palavras do Senhor à nação de Israel, assim é em nossos dias, pois o Senhor não deseja as nossas obras, mas sim que compreendamos quem somos, para que realizemos todas as coisas segundo a Sua vontade e não sejamos rejeitamos, como podemos ler em Isaías, capítulo um, do versículo onze ao quatorze.

“O SENHOR diz: “De que me serve a multidão dos sacrifícios que vocês oferecem? Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados. Não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando comparecem diante de mim, quem requereu de vocês esse pisotear dos meus átrios? Não me tragam mais ofertas vãs! O incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados e a convocação das assembleias. Não posso suportar iniquidade associada à reunião solene. As Festas da Lua Nova e as solenidades, a minha alma as odeia; já são um peso para mim; estou cansado de suportá-las.”” (Isaías 1.11–14 NAA)

Não se trata do que fazemos, mas de como fazemos, pois se fundamentarmos na motivação equivocada, certamente não será aceito o sacrifício, se o que fazemos não traduz a natureza divina, revela que é da natureza humana e, portanto, o pecado. Não tem como oferecermos o nosso serviço a Deus, como se pudéssemos conceder algo de bom, mas devemos segundo a oferta de Cristo, na compreensão que agora somos um novo ser à imagem do Senhor, não precisamos correr atrás da recompensa, mas tendo recebido pela graça, podemos nos ofertar em favor da vontade do Pai, para que essa se cumpra não só em nossas vidas, mas através de nós, alcançando pessoas, sendo luz no mundo, como algo agradável ao Pai.

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