Uma promessa, uma esperança

Uma promessa, uma esperança

foto por: TinaHader em Pixabay

Em Atos, capítulo vinte e sete, versículo vinte e um e vinte e dois, durante a tempestade, Paulo fala às pessoas do navio:

“ Fazia muito tempo que eles não comiam nada. Então Paulo ficou de pé no meio deles e disse: — Homens, vocês deviam ter dado atenção ao que eu disse e ter ficado em Creta; e assim não teríamos tido toda esta perda e este prejuízo. Mas agora peço que tenham coragem. Ninguém vai morrer; vamos perder somente o navio.” (Atos dos Apóstolos 27.21–22, NTLHE).

Ele lembrou das palavras que havia proferido e fica a pergunta: Por que? Por um simples motivo que podemos ver na sequencia dos fatos, pois quando ele fala outras coisas importantes para que não haja perda de vidas, o comandante romano iria ouví-lo. Mas, o mais importante é a promessa de que nenhum se perderia, diferente do cenário que ele tinha quando ainda estavam no porto de Creta.

Como Paulo, não podemos nos sucumbir diante das situações, mas devemos nos colocar diante de Deus como intercessores pelas vidas, podemos até aceitar as perdas materiais, mas não podemos aceitar que vidas sejam perdidas.

Temos que entender o nosso papel e nos colocarmos diante de Deus pelas vidas das pessoas e não aceitar normalmente suas mortes, pois nosso papel é ser instrumento de salvação, por isso precisamos agir como Abraão, diante de Sodoma e Paulo diante daquelas pessoas no navio.

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