Será que entendemos quem é o nosso próximo?

Somos o próximo do outro.

foto por: Monika Kozub em Unsplash

Ouvimos a parábola do bom samaritano, mas será que ao longo destes anos que a temos ouvido, compreendemos a mensagem e o que Jesus estava ensinando? Precisamos entender de forma completa, para sermos a expressão do nosso Deus,  neste mundo.

Depois de testar Jesus sobre a questão dos mandamentos mais importantes e ter respondido, ele volta a argüi-Lo no capítulo dez, versículo vinte e nove: “Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: Quem é o meu próximo?” (Lucas 10.29, BEARA).

Na nossa perspectiva pensamos e procuramos compreender: quem é o nosso próximo, mas qual foi a resposta de Jesus? Do versículo trinta e trinta e seis está: “Jesus prosseguiu, dizendo: Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio a cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto. Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho e, vendo-o, passou de largo. Semelhantemente, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo. Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte, tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: Cuida deste homem, e, se alguma coisa gastares a mais, eu to indenizarei quando voltar. Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?” (Lucas 10.30–36, BEARA).

A questão não é quem é o nosso próximo, mas, de quem temos sido “o próximo”, pois se não compreendermos o reino de Deus, a vontade do Pai, nunca agiremos na plenitude de Sua vontade, mas seremos como o religioso. Temos que entender que não se trata dos outros, seus pensamentos, forma de agir, mas de nós compreendermos quem somos e como devemos revelar o Pai em cada situação, pois para isso fomos chamados, para sermos expressão plena de Cristo no mundo através de nossas relações e forma de viver e o quanto enxergamos que somos o próximo do outro.

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